Marketing aplicado aos profissionais de saúde + planejamento financeiro: como usar estas ferramentas para fazer a carreira prosperar?
Depois que o dentista conclui a sua especialização e adquire alguma experiência profissional, suas necessidades no campo da administração aumentam, ele desperta para a importância da orientação e do planejamento financeiro e da aplicação do marketing odontológico ético para assegurar a longevidade do seu negócio.
“Hoje, a Odontologia tem uma nova cara, marcada pela economia globalizada, pelas diferenças sociais, pelo marketing socialmente responsável e pelos avanços tecnológicos. A prática dos 227 mil dentistas brasileiros é influenciada por um novo paciente, que é um consumidor poderoso. E é justamente a transformação do paciente ‘no consumidor poderoso’,‘no cliente que precisa ser fidelizado’ um dos fatores primordiais de mudança no novo cenário social no qual estamos vivendo”, afirma a Profª Heloísa Borges, dentista, consultora de marketing e coordenadora do Curso Marketing Aplicado ao Profissional de Saúde & Planejamento Financeiro, oferecido pelo CETAO.
Neste mundo moderno e mudado, o dentista precisa trabalhar e desenvolver a sua capacidade de gestão, de administração e de comunicação para lidar com mais facilidade com os novos paradigmas sociais. “Apostar unicamente em publicidade não resolve o problema. A propaganda não conscientiza, não cria valores. Muito comumente, ela infringe o código de ética da categoria. Marketing é muito mais que propaganda. São ferramentas e estratégias que auxiliam o dentista a identificar as necessidades e os desejos dos pacientes, para que ele possa transformar essas demandas em uma experiência gratificante, num serviço primoroso”, defende Heloísa Borges.
Biossegurança: importância do controle de infecções para a área odontológica
No dia-a-dia, os cirurgiões-dentistas estão expostos aos mais diferentes tipos de riscos: biológicos, químicos, radiações ionizantes, ergonômicos, de acidentes...
Todos os profissionais de Saúde sabem da importância dos cuidados na manutenção e na diminuição dos riscos em seu ambiente de trabalho. “O termo biossegurança é muito abrangente, engloba legislação, normas vigentes, cuidados com o paciente, anamnese, conhecimentos das doenças e manifestações bucais, EPIs, assim como tudo que se refere à limpeza, desinfecção, esterilização, descarte de resíduos, doenças ocupacionais e acidentes no trabalho. Diante de tamanha amplidão de procedimentos, precisamos oferecer ao dentista informações corretas, precisas e atualizadas. Levando em consideração todos estes temas, organizamos o conteúdo programático do Curso Biossegurança em Odontologia do CETAO”, diz a Profª Angela Maria Aly Cecilio, Mestre em Infectologia, uma das coordenadoras do Curso.
Segundo Cecilio, no dia-a-dia, os cirurgiões-dentistas estão expostos aos mais diferentes tipos de riscos: biológicos, químicos, radiações ionizantes, ergonômicos, de acidentes... “Portanto é dever do dentista reconhecer essas fontes de risco e tomar decisões técnicas e administrativas para que os riscos para si mesmo, para os pacientes, para os funcionários e para o meio ambiente sejam minimizados”, destaca.
CETAO oferece Cursos de Pós-Especialização em Odontologia
A partir de setembro, o CETAO dá início aos cursos de Pós-Especialização em Odontologia. Esta é uma nova modalidade de aperfeiçoamento para os profissionais que já concluíram especialização, mestrado ou doutorado e desejam continuar investindo na sua formação clínica. “Com a experiência que acumulamos em mais de uma década, percebemos que a graduação é apenas o primeiro passo da carreira do dentista. Continuar estudando é muito importante para este profissional, pois os avanços científicos e a tecnologia são muito rapidamente absorvidos pela Odontologia. Neste contexto, os cursos de extensão, especialização e, agora, de pós-especialização tornam-se atividades constantes dos profissionais que desejam ser bem sucedidos”, diz o afirma o Prof. Dr. Alênio Calil Mathias, membro do conselho diretivo do CETAO, Instituição de Ensino Superior – Extensão e Pós-Graduação em Odontologia.
O novo curso do CETAO terá a duração de doze módulos mensais com aulas presenciais. O último módulo oferecerá ao aluno uma complementação da sua formação no exterior. Os módulos do curso serão teórico-laboratoriais e clínicos, sempre voltados para a complementação da formação profissional, numa visão multidisciplinar. O cirurgião-dentista poderá escolher se deseja fazer a sua pós-especialização emOrtodontia, Perio-Implantologia, Implantologia, Prótese, Dentística e Endodontia.
Leia mais...
Auditoria em Odontologia: uma nova carreira CETAO oferece curso preparatório para os profissionais que desejam fazer carreira no setor de saúde suplementar
Hoje, no Brasil, cerca de 50 milhões de pessoas têm plano de saúde. Destas, 11,2 milhões têm planos odontológicos. Segundo dados da ANS, Agência Nacional de Saúde Suplementar, a maior parte dos beneficiários de planos odontológicos está no Sudeste, com destaque para as regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro, que juntas, representam mais de 30% desse segmento. Outras cidades que se destacam neste setor são Salvador, Belém e Curitiba. O setor, formado por 493 operadoras de planos de saúde, é hoje sustentado pela carteira de clientes corporativos. Dados do Sinog - do Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo - dão conta de que cerca de 85% dos planos são contratados de forma coletiva.
"Com a consolidação do setor de saúde suplementar e a expansão dos planos odontológicos, uma nova carreira foi aberta para o cirurgião-dentista, a do auditor odontológico. Acompanhando as tendências deste novo mercado, abrimos um Curso de Auditoria em Odontologia para preparar adequadamente o cirurgião-dentista a prestar serviços para os planos de saúde odontológicos", afirma o Prof° Dr. Alênio Calil Mathias, membro do conselho diretivo do CETAO, Instituição de Ensino Superior ? Extensão e Pós-Graduação em Odontologia.
Dentre as atribuições do auditor da área odontológica estão a análise do plano de tratamento proposto pelo cirurgião-dentista credenciado, o acompanhamento e a análise da documentação odontológica, verificando sua consistência, indicação e ocasião da realização do tratamento. "O objetivo do auditor é equilibrar esta equação de saúde, observando os procedimentos autorizados pelas operadoras, conforme o plano contratado, visando sempre compatibilizar a preservação da saúde dental e sistêmica do paciente com o que de melhor o plano oferece. Caso haja algum questionamento em relação ao que foi determinado pelo dentista que atende o beneficiário, o problema é discutido com o auditor odontológico", explica o Prof. Elias Cecílio Neto, coordenador do Curso de Auditoria em Odontologia do CETAO.
Leia mais...
Administração de consultórios e clínicas: um desafio para os dentistas
Logo após a graduação, ou mesmo antes da finalização do curso de Odontologia, muitos profissionais começam a se preocupar com o rumo que desejam dar a suas carreiras. Abrir ou não um consultório? Trabalhar ou não para outrem? Credenciar convênios ou não? Quanto cobrar pelo serviço prestado? E como?
“Estas preocupações são muito pertinentes, pois o sucesso é fruto do planejamento. Tradicionalmente, nossas escolas de Saúde são muito boas no quesito informação e embasamento teórico, mas deixam a desejar quando o tema é a gestão da carreira do profissional de saúde, pois não oferecem noções aprofundadas de administração e marketing. Nossos dentistas gozam de boa reputação mundialmente, entretanto, aprendem às duras penas a administrar o próprio negócio. São muitos os relatos de dificuldades e percalços neste caminho”, diz o Prof. Fernando Schiavetto, coordenador do Curso Como Administrar o Consultório , oferecido pelo CETAO.
Novas exigências sociais foram incorporadas à relação paciente x dentista. “Para exercer a Odontologia, hoje, é preciso mais transparência, mais fortalecimento dos relacionamentos interpessoais. É preciso que o dentista avalie a concorrência, o tamanho do seu mercado. É necessário planejar a sua participação no mercado de saúde, saber qual o seu ‘share’ ”, explica Schiavetto.
Leia mais...
Pacientes oncológicos devem receber cuidados orais especiais
Os pacientes submetidos à quimioterapia (QT), radioterapia de cabeça e pescoço (RT) e transplante de medula óssea (TMO), podem apresentar importantes complicações na cavidade oral. Cabe ao cirurgião-dentista realizar a prevenção, o diagnóstico e o tratamento destas alterações com o intuito de minimizá-las, melhorando a qualidade de vida deste paciente e até mesmo reduzindo o custo do seu tratamento médico.O momento ideal para o paciente procurar o cirurgião-dentista é antes do início do tratamento oncológico, seja ele quimioterapia, radioterapia de cabeça e pescoço ou transplante de medula óssea. “Esta consulta odontológica inicial tem como objetivo identificar a presença de focos de infecção na boca, como cáries, infecções endodônticas, infecções gengivais e periodontais e outras doenças bucais”, explica o Prof° Dr. José Renato Ribeiro Pinto, coordenador do Curso Cuidados Orais em Pacientes que recebem Radioterapia e Quimioterapia, ministrado no CETAO.
Além de identificar os problemas bucais, nesta consulta é importante que o paciente leve os exames médicos realizados durante o processo de diagnóstico da doença oncológica como biópsias, radiografias, tomografias e exames de sangue recentes para que o cirurgião-dentista saiba as características da doença do paciente e qual o tratamento oncológico que será realizado. “Estes dois importantes itens somados à condição clínica do paciente é que ajudarão o dentista a definir o tratamento odontológico mais adequado para cada paciente. Após a identificação dos problemas bucais do paciente, o dentista entrará em contato com o oncologista para discutir as necessidades odontológicas do paciente e o melhor momento para realização do tratamento”, explica o professor do CETAO.
Leia mais...
Saúde & Lazer – 02-Mai-2009
PROTETORES BUCAIS: COMO TORNAR A PRÁTICA ESPORTIVA MAIS SEGURA PARA ATLETAS, ASSOCIADOS DE ACADEMIAS E ALUNOS?
CETAO conta com moderno centro de Odontologia do Esporte Neste ano, o Brasil ficou conhecendo Neymar, o jogador-menino santista, que é um brilhante profissional e encanta pelo futebol que joga. Mas o que nem Neymar conseguia imaginar é que, neste ano, além da fama, ele também enfrentaria problemas com a prática esportiva e o uso do aparelho ortodôntico. E problemas sérios... Em março, enquanto jogava contra o Rio Branco, o atleta levou duas cotoveladas repetidas na boca que provocaram lesões graves. Segundo informações de Carlos Braga, médico que atende o time santista, “ao término desta partida, Neymar deixou o campo com um corte na boca e teve parte do aparelho nos dentes quebrado em virtude das cotoveladas dos adversários.
Foi um horror o que vimos, eu nunca tinha visto isto antes. Uma das argolinhas do aparelho se enfiou na mucosa da boca dele, como se fosse um anzol. E não saía de jeito nenhum. Precisei anestesiar para tirar o pedaço do aparelho. Para evitar maiores danos, ele jogará, de agora em diante, com um protetor”, anunciou o médico à imprensa.
A falta de acompanhamento odontológico durante a preparação de atletas brasileiros é fato corriqueiro, mesmo com estrelas do primeiro time, como o jogador de futebol Neymar. “São raras as vezes em que os jornalistas conseguem noticiar o acompanhamento odontológico que um atleta recebe, preventivamente. A última notícia que li neste sentido é de 1958, quando a seleção brasileira contou com o dentista Mário Trigo, um pioneiro da Odontologia do Esporte, como membro de sua comissão técnica. Mário foi dentista da seleção brasileira de futebol nas Copas de 1958, 62 e 66. Atendeu a atletas de diversas seleções até a Copa de 78”, relembra o Prof° Dr. Alênio Calil Mathias, membro do conselho diretivo do CETAO, Instituição de Ensino Superior – Extensão e Pós-Graduação em Odontologia.
Leia mais...
Portal Dental Press - Publicado em: 04/05/2009
Neste ano, o Brasil ficou conhecendo Neymar, o jogador-menino santista, que é um brilhante profissional e encanta pelo futebol que joga. Mas o que nem Neymar conseguia imaginar é que, neste ano, além da fama, ele também enfrentaria problemas com a prática esportiva e o uso do aparelho ortodôntico. E problemas sérios.
Em março, enquanto jogava contra o Rio Branco, o atleta levou duas cotoveladas repetidas na boca que provocaram lesões graves. Segundo informações de Carlos Braga, médico que atende o time santista, o término desta partida, Neymar deixou o campo com um corte na boca e teve parte do aparelho nos dentes quebrado em virtude das cotoveladas dos adversários.
"Foi um horror o que vimos, eu nunca tinha visto isto antes. Uma das argolinhas do aparelho se enfiou na mucosa da boca dele, como se fosse um anzol. E não saía de jeito nenhum. Precisei anestesiar para tirar o pedaço do aparelho. Para evitar maiores danos, ele jogará, de agora em diante, com um protetor”, anunciou o médico à imprensa.
A falta de acompanhamento odontológico durante a preparação de atletas brasileiros é fato corriqueiro, mesmo com estrelas do primeiro time, como o jogador de futebol Neymar. “São raras as vezes em que os jornalistas conseguem noticiar o acompanhamento odontológico que um atleta recebe, preventivamente.
Leia mais...
APNÉIA: DOENÇA PROVOCA NOITES MAL DORMIDAS E DIAS COM SONOLÊNCIA EXCESSIVA
Noites mal dormidas, dias mal aproveitados
Qua, 13 Mai, 07h37
Matéria atualizada neste sábado, 16 de maio de 2009
(BR Press) - Sonolência, cansaço, falta de energia durante o dia e nervos à flor da pele. Essas são algumas das conseqüências causadas por noites mal dormidas é uma realidade que afeta muitos brasileiros, por uma razão ou por outra. A Sociedade Brasileira do Sono avaliou cerca de 43 mil pessoas das principais capitais do país e revelou que mais da metade da população (53,9%) não tem um sono restaurador. E 43% apresenta sinais de cansaço no decorrer do dia. A insônia e a apnéia são os principais distúrbios que tiram literalmente o sono dos brasileiros. PUBLICIDADE
O Instituto do Sono, instituição ligada à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), realizou um levantamento epidemiológico semelhante, denominado Episonos, em 2007, com 1.056 pessoas entre 20 e 80 anos na capital paulista e descobriu que 39,9% da população sofre de insônia e 32,9% tem apnéia.
"A insônia é caracterizada como um sintoma e não uma doença, já que pode estar relacionada a outros fatores é na maioria dos casos psicológicos. A sonolência excessiva diurna também pode ser um indício da própria apnéia", observa o Prof. Tomomi Harashima, coordenador do Centro de Apnéia Obstrutiva do Sono do Centro de Estudos Treinamento e Aperfeiçoamento em Odontologia. (Cetao).
A apnéia ocorre quando, no meio da noite, acontecem engasgos e paradas respiratórias, que levam à queda de oxigênio no sangue, fazendo com que o indivíduo acorde diversas vezes. Como conseqüência dessas paradas respiratórias - que duram mais de 10 segundos -, o sono passa a não ser restaurador e fica interrompido, fazendo com que o indivíduo apresente sonolência no dia seguinte.
Ronco em alerta
Entre os principais fatores que predispõem alguém a ter a apnéia estão o sexo, a obesidade e a constituição crânio-facial. Sua prevalência, tanto no Brasil como no exterior, é de mais de 6% da população de indivíduos adultos principalmente do sexo masculino. Ela é de quatro a cinco vezes mais comum nos homens, do que nas mulheres.
Leia mais...
Saúde & Lazer - 13-Mai-2009
Centro de Apnéia Obstrutiva do Sono do CETAO investiga e trata a doença
Um pouco de História...
A síndrome de apnéia do sono tipo obstrutivo (Saso) seria a causa mais provável da sonolência diurna excessiva do imperador Dom Pedro II (1825-1891). A conclusão é de um estudo feito por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), publicado nos Arquivos de Neuro-Psiquiatria. Os estudiosos chegaram a tais conclusões, após realizarem um amplo levantamento bibliográfico em textos, fotos e outros documentos históricos, incluindo diários, cartas e reportagens de jornais e revistas da época.
De acordo com os pesquisadores, D. Pedro II era bastante obeso e naquela época não havia muita preocupação em controlar a obesidade. A pesquisa aponta que o imperador dormia durante o dia em inúmeras situações, como no teatro e em palestras, o que teria ocorrido com grande freqüência e durante muitos anos.
Naquela época não se conheciam as doenças que levam à sonolência diurna excessiva, uma vez que o conhecimento desse tipo de distúrbio ocorreu na segunda metade do século 20 com o avanço da tecnologia. Havia, portanto, uma causa orgânica para a sonolência excessiva do imperador. Esse achado contraria a versão mais usada na época pelos opositores de D. Pedro II que diziam, e publicavam em inúmeras charges, que ele dormia demais por não se importar com o Brasil.
No mundo de hoje...
Sonolência, cansaço, falta de energia durante o dia e nervos à flor da pele. Essas são algumas das conseqüências causadas por noites mal dormidas, uma realidade que afeta muitos brasileiros, por uma razão ou por outra. A Sociedade Brasileira do Sono avaliou cerca de 43 mil pessoas das principais capitais do país e revelou que mais da metade da população (53,9%) não tem um sono restaurador. E 43% apresenta sinais de cansaço no decorrer do dia. O Instituto do Sono, instituição ligada à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), realizou um levantamento epidemiológico semelhante, denominado Episonos, em 2007, com 1.056 pessoas entre 20 e 80 anos na capital paulista e descobriu que 39,9% da população sofre de insônia e 32,9% tem apnéia.
A insônia e a apnéia são os principais distúrbios que tiram literalmente o sono dos brasileiros. “A primeira é caracterizada como um sintoma e não uma doença, já que pode estar relacionada a outros fatores, na maioria dos casos psicológicos. A sonolência excessiva diurna também pode ser um indício da própria apnéia”, observa o Prof. Tomomi Harashima, coordenador do Centro de Apnéia Obstrutiva do Sono do CETAO.
A apnéia ocorre quando, no meio da noite, acontecem engasgos e paradas respiratórias, que levam à queda de oxigênio no sangue, fazendo com que o indivíduo acorde diversas vezes. Como conseqüência dessas paradas respiratórias - que duram mais de 10 segundos -, o sono passa a não ser restaurador e fica interrompido, fazendo com que o indivíduo apresente sonolência no dia seguinte. Entre os principais fatores que predispõem alguém a ter a apnéia estão o sexo, a obesidade e a constituição crânio-facial. Sua prevalência tanto no Brasil como no exterior é de mais de 6% da população de indivíduos adultos principalmente do sexo masculino. Ela é de quatro a cinco vezes mais comum nos homens, do que nas mulheres. Hoje, é considerada a principal causa de sonolência durante o dia, sendo também responsável por um número considerável de acidentes automotivos.
Leia mais...
Centro de Apnéia Obstrutiva do Sono do CETAO investiga e trata a doença
Um pouco de História...
A síndrome de apnéia do sono tipo obstrutivo (Saso) seria a causa mais provável da sonolência diurna excessiva do imperador Dom Pedro II (1825-1891). A conclusão é de um estudo feito por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), publicado nos Arquivos de Neuro-Psiquiatria. Os estudiosos chegaram a tais conclusões, após realizarem um amplo levantamento bibliográfico em textos, fotos e outros documentos históricos, incluindo diários, cartas e reportagens de jornais e revistas da época.
De acordo com os pesquisadores, D. Pedro II era bastante obeso e naquela época não havia muita preocupação em controlar a obesidade. A pesquisa aponta que o imperador dormia durante o dia em inúmeras situações, como no teatro e em palestras, o que teria ocorrido com grande freqüência e durante muitos anos.
Naquela época não se conheciam as doenças que levam à sonolência diurna excessiva, uma vez que o conhecimento desse tipo de distúrbio ocorreu na segunda metade do século 20 com o avanço da tecnologia. Havia, portanto, uma causa orgânica para a sonolência excessiva do imperador. Esse achado contraria a versão mais usada na época pelos opositores de D. Pedro II que diziam, e publicavam em inúmeras charges, que ele dormia demais por não se importar com o Brasil.
No mundo de hoje...
Sonolência, cansaço, falta de energia durante o dia e nervos à flor da pele. Essas são algumas das conseqüências causadas por noites mal dormidas, uma realidade que afeta muitos brasileiros, por uma razão ou por outra. A Sociedade Brasileira do Sono avaliou cerca de 43 mil pessoas das principais capitais do país e revelou que mais da metade da população (53,9%) não tem um sono restaurador. E 43% apresenta sinais de cansaço no decorrer do dia. O Instituto do Sono, instituição ligada à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), realizou um levantamento epidemiológico semelhante, denominado Episonos, em 2007, com 1.056 pessoas entre 20 e 80 anos na capital paulista e descobriu que 39,9% da população sofre de insônia e 32,9% tem apnéia.
A insônia e a apnéia são os principais distúrbios que tiram literalmente o sono dos brasileiros. “A primeira é caracterizada como um sintoma e não uma doença, já que pode estar relacionada a outros fatores, na maioria dos casos psicológicos. A sonolência excessiva diurna também pode ser um indício da própria apnéia”, observa o Prof. Tomomi Harashima, coordenador do Centro de Apnéia Obstrutiva do Sono do CETAO.
Leia mais...
CETAO OFERECE CURSOS PROFISSIONALIZANTES NA ÁREA ODONTOLÓGICA EM SÃO PAULO
Posted on 25/05/2009 by Vanderlei Abreu
Fazer um curso técnico é a opção de muitos estudantes que desejam e/ou precisam entrar rapidamente no mercado de trabalho. As empresas sabem que a qualificação diferenciada é uma grande vantagem para o empregado e para o empregador. Por isto é alta a empregabilidade dos alunos oriundos dos cursos técnicos.
Os números do Governo atestam esta realidade: a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC), realizou, pela primeira vez, uma pesquisa para medir a empregabilidade dos alunos formados pelos cursos técnicos da rede federal. A 1ª Pesquisa Nacional de Egressos mostrou que 72% dos ex-alunos estão encaixados no mercado de trabalho — 65% destes na área em que estudaram — e, de cada dez alunos, seis têm salário na média da categoria. Foram entrevistados 2.657 ex-alunos, de todas as regiões do País, formados entre 2003 e 2007.
Proximidade com o mercado
O objetivo primordial de um curso técnico é acelerar a entrada do jovem no mercado de trabalho, sobretudo no setor produtivo. De olho nessa demanda, o número de escolas técnicas se multiplica no Brasil. Em 2003, eram 2,7 mil. Em 2006, o censo escolar apontava a existência de 3,3 mil escolas. A Setec estima que esse número já esteja na casa dos 3,5 mil atualmente. “Faz parte da cultura da classe média brasileira o estudante fazer o ensino médio tradicional e se tornar bacharel, o que provoca a falta de técnicos qualificados no mercado de trabalho e um aumento no número de desempregados com nível superior. Segundo dados do Ministério da Educação, apenas 10% das matrículas do ensino médio são em nível técnico no Brasil. Para se ter uma ideia, países mais desenvolvidos, como a Coréia do Sul, têm índices entre 40% e 50%”, afirma professora Angela Maria Aly Cecílio, coordenadora dos Cursos de Auxiliar e Técnico em Saúde Bucal do CETAO.
Os dados do Censo Escolar de 2007 comprovam a afirmação da coordenadora dos Cursos Técnicos do CETAO: dos 8,2 milhões de alunos do ensino médio, apenas 670 mil estavam no ensino técnico — o que corresponde a 8% das matrículas.
Diferentemente dos cursos do nível superior, um curso técnico só é criado para suprir a demanda de mão-de-obra de uma região. Segundo informações da Setec, o alto crescimento das vagas nos cursos técnicos de saúde — 35,3% de 2003 a 2005 — ilustra esse processo. Área que mais cresceu em todo o país, a Saúde é hoje a de maior peso no total das matrículas dos técnicos, com 31,5%. “O mercado de trabalho odontológico vem sendo marcado por profundas mudanças de cunho sócio-econômico, político e cultural, principalmente no que diz respeito à busca e à valorização dos serviços odontológicos pelo paciente. Desta forma, é preciso abrir a visão do cirurgião-dentista no que diz respeito à utilização de pessoal auxiliar capacitado para as atividades, a fim de proporcionar ao paciente um atendimento de qualidade. Com a regulamentação da profissão de técnico em saúde bucal, a figura do ‘aprendiz da profissão’ vai ficando no passado”, defende Angela Cecilio, que também é especialista em Cirurgia Buco-Maxilo-Facial , Mestre em Ciências , Consultora de Biossegurança e Treinamento de Pessoal Auxiliar.
Leia mais...
|